quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Cogumelo I

Sitio 010 Sitio 009
Nesta terra seca por incrível que pareça sempre aparece um cogumelo… como acho todos lindos vou começar a postá-los… este apareceu por aqui em fev/09… e ganhou o troféu cogumelo do ano… era realmente grande!!!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Rebutia Muscula

Rebutia Muscula

domingo, 27 de setembro de 2009

Visitas

Plantas 319

Esta tarde uma das Echeverias recebeu uma visita bem fofa!!!!

Florindo em casa II

Plantas 322

Tantas flores… impossível contar…

sábado, 26 de setembro de 2009

Florindo em casa I

Plantas 331 Copy of medres_Catalogo 097a

Após uma longa busca, finalmente achei um Oncidium equitante rosa lindo de viver para repor aquele que perdi... presente do maridinho claro!!!!!

domingo, 20 de setembro de 2009

Expoflora 2009, Parte II

Este foi o espaço decorado da Expoflora que mais gostei… achei a minha cara!!! Alguém discorda????

Expoflora 2009 036 Expoflora 2009 037 Expoflora 2009 038 Expoflora 2009 044Expoflora 2009 041Expoflora 2009 039

Mamilaria bonbicinea

Plantas 243

sábado, 19 de setembro de 2009

Expoflora 2009

Expoflora 2009 024 Expoflora 2009 013 Expoflora 2009 014 Expoflora 2009 015 Expoflora 2009 023 Expoflora 2009 065  Expoflora 2009 049Expoflora 2009 071 Expoflora 2009 074 Expoflora 2009 077

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Florzinha

   P9130344 P9130345
Indefinida

domingo, 16 de agosto de 2009

Identificando VI

Plantas 194 Procurando identificação

Plantas 204 Kalanchoe rosado

Echeveria prolifera    Echeveria prolifera

Gasteria carinata var. verrucosa Gasteria carinata var. verrucosa

Outras plantas do jardim

Plantas 224L. caulescens x L. johngueana

Plantas 207Cerejeira

Plantas 222Lc nobile blue sky

Plantas 212Cymbidium

domingo, 2 de agosto de 2009

Identificando V

haworthia retusa   Haworthia retusa

Mammillaria plumosa IIMammillaria plumosa

Senecio crassissimus   Senecio crassissimus

Austrocephalocereus dybowiski ou Espostoa melanostele   Espostoa melanostele

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Identificando IV

Crassula argentea 'Coral'
Crassula argenta ‘Coral’
Haworthia coarctata
Haworthia coarctata
Monadenium
Monadenium
medres_Plantas 179
Kalanchoe rosado

Identificando III

Aloe aristata
Aloe aristata

Aloe juvenna
Aloe juvenna

Pachyphytum compactum Pachyphytum compactum

Sedum acre 
Sedum acre

domingo, 28 de junho de 2009

Identificando II

Plantas 134 Ceropegia woodii

medres_Plantas 100 Echeveria shaviana

Plantas 088 Kalanchoe thyrsifolia
Plantas 010 Senecio mandraliscae

sábado, 27 de junho de 2009

Identificando I

Plantas 123
E.colorata f. lindsayana

 

Plantas 129
Pleiospilo nelly 

medres_Plantas 154
Senecio herreanus
 

Plantas 141
Adromischus cooperi

Lithops

Nome Científico: Lithops sp
Nome Popular: Lithops, litops, pedra-viva, planta-pedra, cacto-pedra
Família: Aizoaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul, Namíbia e Botsuana
Ciclo de Vida: Perene

As plantas do gênero Lithops são pequenas e curiosas suculentas com aspecto de pedras, que têm o intuito de se camuflar no meio-ambiente. Por este motivo seu nome botânico é constituído pelas palavras "lithos", que em grego significa pedra, e "opsis" que significa parecido. Originária de regiões desérticas da África, esta plantas chamam a atenção pela sua anatomia botânica. Seu corpo de aspecto cônico e oblongo, é formado por apenas duas folhas unidas e suculentas, com a superfície plana ou arredondada.
Estas folhas podem apresentar as mais diversas cores, verrugas, manchas, nervuras, estrias e inclusive "janelas" transparentes, para a entrada de luz no interior das folhas, otimizando a fotossíntese. Entre as folhas da Lithops há uma fissura de onde emerge a inflorescência durante o outono. Suas flores são quase sempre perfumadas, abrem-se à tarde e fecham ao pôr do sol, podem ser de cor amarela ou branca, com aspecto de margarida. Florescem a partir do terceiro ano após o plantio e anualmente "trocam de roupa", renovando o par de folhas. Após a floração produzem frutos com numerosas sementes.
De crescimento lento, estas pequenas suculentas são um exercício a paciência e também muito valorizadas. Consideradas como "jóias raras" da natureza, elas alcançam altos preços e são muito visadas por colecionadores. As Lithops são um pouco exigentes, mas depois de dominar as suas necessidades não é tão complicado o seu cultivo. Pequenos jardins de pedra, em vasos largos, rasos e bem drenáveis, são ideais para o seu desenvolvimento e apreciação. Devem ser cultivadas sob meia sombra ou luz difusa, preferencialmente em ambientes internos, estufas ou em peitoris de janelas.
É preciso estar atento ao seu comportamento, quando suas folhas ficarem muito projetadas e alongadas significa que estão em locais com pouca luminosidade. No entanto, em locais com sol forte elas queimam com facilidade. Quando estiverem enrugados, os Lithops estão precisando de irrigação com urgência. O substrato ideal para o seu cultivo é arenoso ou pedregoso, de textura leve e granulosa e com pouca capacidade de reter água, como uma mistura de areia, cascalho com um pouco de vermiculita e húmus. As regas devem ser esparsas, na primavera, verão e outono e suspensas durante o inverno. Não aprecia umidade, no solo ou no ar, assim como não temperaturas abaixo de 10°C. Multiplica-se por sementes e mais dificilmente por estaquia.
Fonte: http://www.jardineiro.net/

As plantas da foto são presentes do meu maridinho...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Suculentas

Se os camelos fossem vegetais, seriam da família das suculentas. Essas plantas conseguem viver bem, obrigado, mesmo nos desertos e nos ambientes muito quentes e secos. Para realizar essa façanha, as suculentas usam a mesma estratégia dos camelos e dromedários: armazenam água em grande quantidade.
É graças às folhas gordas e cheias de líquido que elas agüentam passar o dia todo sob o sol e permanecer tão lindas quanto uma orquídea saída da estufa.
Esse não é o único truque dessas plantas, que são típicas da África e têm mais de 12 mil espécies pelo mundo. Irmãs dos cactos, elas costumam ter espinhos ou uma espécie de penugem nas folhas, que retém o máximo de umidade possível.
As suculentas que têm folhas “peladas” usam outro recurso para obter o mesmo efeito: são cobertas por uma cera grossa, que lhes dá um aspecto lustroso e evita a evaporação. Desse jeito, o estoque de água fica preservado por mais tempo. Plantinhas espertas, né?

As plantas desta sessão foram presentes do meu maridinho...
Fotos: Sonia Standen


Crassula-Springtime
Crassula Springtime
Euforbia Obesa (Macho)
Euforbia Obesa (Macho)
Echeveria-Topsy Turvy
Echeveria Topsy Turvy
Fenesteria Aurantiaca
Fenesteria Aurantiaca


Os 4 cuidados básicos
Um lugar ao sol

Como são originárias de regiões muito quentes, as suculentas gostam de sol pleno e pouca água. Se elas estiverem plantadas em vaso, regue-as duas vezes por semana ou quando sentir que a terra está seca ao toque. Nunca deixe sobrar água no prato: quase nenhuma planta gosta de ficar com os “pés” molhados. Já as suculentas cultivadas diretamente no chão requerem mais regas, porque o processo de evaporação da água é bem mais acelerado.
Novinha em folha
Esqueça todas aquelas complicações de estacas e sementes: suculentas se propagam muito rapidamente. E ainda têm a vantagem de não precisar de uma planta “macho” e outra “fêmea”, como acontece com algumas espécies. Quando uma folha cai no chão, logo cria raízes e, tchanam!, surge outra muda - assim, como mágica. Se quiser brincar de jardineira, tire uma folhinha da sua suculenta e coloque a ponta na terra. Continue regando normalmente.
A grande família
As suculentas são plantinhas pacíficas e sem exigências de espaço. Por isso, podem viver em grandes famílias, todas num mesmo vaso. A quantidade de espécies juntas vai depender do tamanho e da profundidade do vaso. Antes de começar, tome o cuidado de agrupar plantas que tenham os mesmos gostos de água e sol. Também preste atenção para não deixar que as maiores façam sombra nas menores. Vire o vaso de vez em quando, para ter um crescimento por igual.
Flor de pedra
Chamam-se echeverias as suculentas cujas folhas fazem uma grande flor, semelhante a uma mandala (desenho indiano bem geométrico). De coloração esverdeada ou azulada, essa espécie é conhecida também como rosa-de-pedra e se dá muito bem em vasos. Quando for molhá-la, evite derramar água na planta: procure uma área de terra no vaso ou dê uma ligeira levantada nas folhas para regar abaixo delas. Como diz o ditado: água mole em pedra dura, tanto bate...

Fonte: http://www.ecoblogs.com.br/

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Morangos

Como meus morangueiros estão meio caídos resolvi buscar algumas dicas de cultivo. Hoje fiz uma limpeza neles, tirei as folhas secas e feias, completei com mais terra e vamos ver no que dá. Esta matéria está em português de Portugal....

Toma lá morangos
O morango (Fragaria vesca) é uma herbácea perene, rasteira e de pequeno porte, caracterizada por uma folha com três folíolos e pequenas flores brancas. Existem dois tipos de morangueiros: os remontantes (crescem continuamente entre Junho e Outubro) e os não-remontantes (produzem morangos apenas uma vez por ano entre Abril e Junho). Os primeiros devem ser plantados na Primavera e os segundos no final do Verão, preferencialmente em Agosto/Setembro. Apesar de murcharem no Outono, as raízes do morangueiro sobrevivem aos meses mais frios do ano para voltarem a florescer mal chegue a Primavera.
As condições ideais
Para colher os melhores e os mais saborosos dos morangos, as suas plantas necessitam de muito sol directo, no mínimo 6 horas diárias, o que torna crucial uma escolha acertada do local para cultivo. Adicionalmente, os morangueiros não toleram nem a terra seca, nem a terra encharcada, ou seja, é necessário um equilíbrio: um solo que absorve bem a humidade, mas que também permite o escoamento da água. Os morangueiros florescem bem num solo que apresente níveis de pH entre os 5.0 e os 7.0, mas os níveis ideais são aqueles situados entre os 5.3 e os 6.5. É igualmente importante que os morangueiros sejam plantados longe das raízes de árvores de grande porte para que estas não se apoderem da sua água e humidade.
Preparar a terra
Escolhido o local de cultivo, é necessário preparar a terra, no sentido de verificar que esta não contenha qualquer tipo de ervas daninhas, larvas ou doenças do solo. Se pretende plantar os morangueiros numa área que já foi relvada, esta terra deve ser limpa e cultivada pelo menos um ano antes dessa plantação. Os morangueiros nunca devem ser plantados na mesma terra onde, nos últimos três anos, se cultivaram tomates, pimentos, beringelas ou batatas, porque as doenças nestes vegetais são muito comuns. Os morangueiros podem ser plantados em cultura extensiva ou em canteiros delimitados, mas também florescem tanto em vasos (incluindo os suspensos) como em potes ou barris de madeira abertos.

Cultivo & Manutenção

·Recomenda-se a plantação dos morangueiros num dia fresco e nublado, condições atmosféricas que colocam menos stress sobre as plantas que serão transplantadas – se tiver de guardar as plantas algum tempo antes de as colocar no solo, escolha um local fresco, que não receba luz solar directa e mantenha as raízes húmidas, mas não encharcadas.
·No dia da plantação, retire qualquer raiz danificada e apare as maiores para que não ultrapassem os 10-12cm em comprimento; remova todas as flores, estolhos e folhas velhas, colocando os morangueiros num recipiente com um pouco de água no fundo enquanto aguardam a sua vez de serem plantadas na terra.
·Os morangueiros devem ser colocados na terra com as raízes voltadas para baixa, formando um espécie de leque e com o meio da coroa da planta ao nível da superfície da terra. Se o morangueiro for plantado a pouca profundidade, a coroa pode secar; se for plantado com demasiada profundidade, a coroa pode apodrecer. Uma vez posicionado, distribua a terra de forma compacta em torno da planta e regue bem.
·Para plantar 30 morangueiros (a quantidade ideal para uma família de quatro pessoas, por exemplo), requer-se um espaço de pelo menos 9m de comprimento por 2,5m de largura. As filas devem ter um espaçamento de cerca de um metro entre elas e os morangueiros devem ser plantados com uma distância de cerca de 50 a 60cm entre eles.
·Os morangos precisam de ser bem regados pelo menos uma vez por semana ou então sempre que a precipitação seja menos do que 2,5cm num período de sete dias. Aconselha-se a rega de manhã cedo para que as folhas possam secar antes de o cair da noite, evitando assim eventuais doenças.
Truques para morangos magníficos
·A produção ideal dos morangueiros e consequente cultivo de morangos excepcionais acontece quando a temperatura do solo se mantém mais fresca. Para conseguir isto, utiliza-se o sistema do “mulch” que não é mais do que implementar uma camada protectora do solo para preservar a humidade da terra, controlar ervas daninhas e manter a fruta limpa. No caso dos morangos, recomenda-se a colocação de palha entre os morangueiros – este é um excelente truque que os jardineiros utilizam para manter os frutos limpos e secos e que talvez retiraram do seu próprio nome em inglês uma vez que “strawberry” significa precisamente “baga de palha”.
·Existe ainda quem assegure uma protecção extra ao colocar redes anti-pássaros sobre os morangueiros.
·Manter o solo livre de ervas daninhas é crucial para assegurar excelentes morangos e esta actividade deve ser praticada preferencialmente à mão, devido à fragilidade desta fruta. Se preferir utilizar utensílios de jardinagem, tenha especial cuidado em torno das raízes dos morangueiros.
·Um fertilizante equilibrado pode contribuir para boas cultivações, por isso, faça a primeira aplicação aquando da plantação e a segunda pouco depois de apanhados todos os morangos nesse ano. Nas épocas seguintes, a primeira fertilização deve ocorrer no início de cada Primavera.
·Se não ficou satisfeito com a qualidade ou sabor dos morangos durante uma determinada época, se a zona morangueiro está repleta de ervas daninhas ou mostra sinais de doença, opte pela sua renovação. Este tipo de renovação pode ser feito três ou quatro vezes com resultados positivos. Com uma tesoura ou um aparador de relva de mão corte a zona superior de cada morangueiro, sem danificar a sua coroa e deixe secar as folhas caídas antes de as retirar. Estreite cada fila para uma largura de 20-25cm, deixando intocadas metade das plantas (convém manter alguns jovens morangueiros). A outra metade deve ser desbastada, de forma a encurtar a distância entre cada uma, para cerca de 15cm. Se guardar demasiadas plantas, corre o risco de cultivar morangos muito mais pequenos e criar um ambiente propício a doenças. Aplique um fertilizante e bastante água para impulsionar o novo crescimento.
Apanhar para saborear
A apanha dos morangos deve ser uma operação delicada porque os morangos são frutos muito frágeis: comece por pegar no pé acima do morango com o polegar e o dedo indicador e puxe com um movimento ligeiramente torcido; deixe o morango rolar suavemente para a palma da mão e repita o processo até ter apanhado 3 ou 4 morangos. Coloque os morangos cuidadosamente num recipiente próprio, sem enchê-lo em excesso para não pisar e danificar os morangos que ficam no fundo. Afaste bem as folhas (tendo o cuidado de ver aonde pousa os pés) para não deixar nenhum morango ficar para trás, colhendo, no entanto, apenas aqueles que estejam completamente vermelhos. Os morangos que apresentam sinais de queimadura solar, danos de insectos, que parecem estar podres ou com qualquer outro defeito devem ser removidos e deitados fora. Os morangos devem ser apanhados para consumo imediato, de preferência de manhã ou em dias frescos (se os colher durante o calor do dia, ficam mais facilmente pisados e duram menos tempo) e colocados na sombra ou no frigorífico imediatamente após a colheita, aonde podem subsistir durante três dias.

Fonte: http://omeujardim.com/artigos/como-cultivar-morangos

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Começando a identificação

Acho que sou mais do que uma admiradora de plantas, gosto de identificar, estudar suas necessidades, doenças, etc...
Echeveria pulidonis

Echeveria pulidonis
Crassula marnierana
Crassula marnierana

Echeveria runyonii 'Topsy

Echeveria runyonii 'Topsy Turvy'
Aeonium arboreum var. atroporpureu
Aeonium arboreum var. atroporpureu
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